É acho que essa merda de telefone deve estar com defeito, desligo ele, paro e olho nas ultimas chamadas para ver o numero, “ligação confidencial”, como eu odeio isso, pena que a maldita operado não me permite retirar isso, droga.
Volto para meu almoço, comida congelada, é parece não estar estragada. Como aquilo e resolvo dar uma volta pela cidade, já sei vou tomar um café na lanchonete da esquina, acendo um cigarro pouco antes de chegar a lanchonete, droga esqueci que não pode entrar fumando, paro um pouco do lado de fora e fico observando as pessoas, passando apressadas com suas bolsas, suas complicações, seu próprios atrasos carros passam pela rua como foguetes só parando por obrigação quando o sinal se fecha, vejo uma movimentação estranha pivetes rodeiam uma senhora, e parece que vou presenciar um crime hoje logo cedo, com ações rápidas eles pegam a bolsa da senhora e disparam pela rua transversal, onde estão os guardas dessa cidade, a mulher se desespera mas já é tarde demais eles se foram. Acabo meu cigarro e entro na lanchonete, hum cadê a garçonete? Peço um café, e um senhor que me atende, de cabelos grisalhos e rosto abatido.
- Aquela garçonete que sempre me atende, esta de folga hoje?
- Não, ela não veio e ninguém sabe ao certo o que houve com ela.
- Brigado.
Volto para meu almoço, comida congelada, é parece não estar estragada. Como aquilo e resolvo dar uma volta pela cidade, já sei vou tomar um café na lanchonete da esquina, acendo um cigarro pouco antes de chegar a lanchonete, droga esqueci que não pode entrar fumando, paro um pouco do lado de fora e fico observando as pessoas, passando apressadas com suas bolsas, suas complicações, seu próprios atrasos carros passam pela rua como foguetes só parando por obrigação quando o sinal se fecha, vejo uma movimentação estranha pivetes rodeiam uma senhora, e parece que vou presenciar um crime hoje logo cedo, com ações rápidas eles pegam a bolsa da senhora e disparam pela rua transversal, onde estão os guardas dessa cidade, a mulher se desespera mas já é tarde demais eles se foram. Acabo meu cigarro e entro na lanchonete, hum cadê a garçonete? Peço um café, e um senhor que me atende, de cabelos grisalhos e rosto abatido.
- Aquela garçonete que sempre me atende, esta de folga hoje?
- Não, ela não veio e ninguém sabe ao certo o que houve com ela.
- Brigado.

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